Dias: Dias 18, 19, 21, 23, 25 e 26 de agosto
Horário: de quinta à sábado, às 20h e domingo, às 18h
Auditório: Bento Munhoz da Rocha Netto (Guairão)
Ingressos: Venda antecipada: R$30,00(platéia);R$20,00 (1º balcão) e R$10,00 (2º balcão). Outros valores abaixo.
Postos de Venda: Bilheterias do Teatro e Internet
Data de Início das Vendas: Ingressos à venda (Informações: 3304-7979)
Classificação: Recomendado para maiores de 12 anos
Direção de Cena: Golat Ludek, (TCH); Regência e direção musical: Alessandro Sangiorgi; Maestros Auxiliares: Isaque Lacerda, Raul Alexandre Passos e Margarethe Nascimento, Iluminação: Nadja Naira. Figurinos: Eduardo Giacomini e Cenografia: Carlos Kur.
Os preparativos para a estréia da ópera La Traviatta que acontecerá no dia 18 se intensificam nesta semana com a chegada dos solistas. São 11 brasileiros e uma cantora italiana para os papéis principais: Luiza Giannini (IT): Violetta Valery; Francisco Simal (BR): Alfredo Germont; Douglas Hahn (BR): Giorgio Germont; Diana Daniel (BR): Flora Bervoix: Ariadne Oliveira (BR): Annina; Vicenzo Cortese (BR): Gastone; Divonei Scorzato (BR): Barone Douphol; Yuri Jaruskevicius (BR): Dottor Grenvil; Paulo Barato (BR): Marchese D’obigny; Ailson Martins da Silva (BR): Giuseppe; Wantuil Rigoni Neto (BR): Domestico Di Flora; Fredinei Bráulio Branco (BR): Comissionario.
A direção Cênica será do Tcheco Golat Ludek, nome de destaque internacional que por divesas vezes teve seus trabalhos premiados. Diretor do Teatro Nacional da Morávia-Silesiana em Praga há 9 anos e diretor artístico de um Setor de ópera do mesmo teatro desde 1992, é também cantor e diretor de palco.
La Traviata, ópera escrita em 1853 por Giuseppe Verdi é baseada no romance de Alexandre Dumas Filho, “A Dama das Camélias” com libreto de Francesco Maria Piave. Tem como tema o amor entre Violetta Valéry, uma cortesã e Alfredo Germont, filho do nobre Giorgio Germont.
O romance entre os dois tem início mas não perdura. Ela se afasta do amado a pedido do pai dele. Violetta fica doente e empobrece, mas recebe a solidariedade de alguns amigos. Volta a encontrar Alfredo e acaba perdoando o pai dele que se arrepende de ter afastados os dois. Mas já é tarde, seu corpo está debilitado pela doença e ela definha.
Preços efetivos: R$ 40,00 (platéia); R$ 30,00 (1º balcão) e R$ 20,00 (2º balcão).
Descontos de 50% para o Cartão Teatro Guaíra, carteirinha do professor, maiores de 60 anos e estudantes. Um ponto por ingresso adquirido com o Cartão Teatro Guaíra.
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
La Traviata - programação
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Bia Lanza
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17:22
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Elenco feminino

LUISA GIANNINI
Soprano – Violeta Valery Nasceu em Viareggio – Itália, e vive atualmente em Padova, concluindo o doutorado em letras, com especialização em música. Diplomada em canto no Conservatório de Castelfranco Veneto, possui amplo repertório lírico e de música de câmera, que fez com que se apresentasse nos principais teatros italianos, além de participar de tournèes na Argentina, Áustria, Canadá, China, França, Alemanha, Peru, Espanha e Suiça, sendo acompanhada por importantes orquestras, como Giovalile della Scala, Solisti Dauni, Filarmonica di Roma e Musichatria, tendo à frente importantes maestros, destacando Marco Boemi, Alessandro Sangiorgi e Isaac Karabtchevski. Gravou em disco “Laudate Pueri” de Antonio Vivaldi (1994) e “24 melodie e altri racconti – Velut Luna” de A. Lincetto (1997).
Há três anos representa a cidade de Padova na manifestação “ 5 cities 5 voices”, em tournèe pela Europa nas cidades gêmeas; estes concertos foram gravados em três CD's (2000, 2001 e 2002), que poderão ser escutados no site http://www.5cities5voices.de./ Atualmente é docente de canto no Conservatório de Música A. Buzzolla de Adria em Rovigo na Itália.
Soprano – Violeta Valery Nasceu em Viareggio – Itália, e vive atualmente em Padova, concluindo o doutorado em letras, com especialização em música. Diplomada em canto no Conservatório de Castelfranco Veneto, possui amplo repertório lírico e de música de câmera, que fez com que se apresentasse nos principais teatros italianos, além de participar de tournèes na Argentina, Áustria, Canadá, China, França, Alemanha, Peru, Espanha e Suiça, sendo acompanhada por importantes orquestras, como Giovalile della Scala, Solisti Dauni, Filarmonica di Roma e Musichatria, tendo à frente importantes maestros, destacando Marco Boemi, Alessandro Sangiorgi e Isaac Karabtchevski. Gravou em disco “Laudate Pueri” de Antonio Vivaldi (1994) e “24 melodie e altri racconti – Velut Luna” de A. Lincetto (1997).
Há três anos representa a cidade de Padova na manifestação “ 5 cities 5 voices”, em tournèe pela Europa nas cidades gêmeas; estes concertos foram gravados em três CD's (2000, 2001 e 2002), que poderão ser escutados no site http://www.5cities5voices.de./ Atualmente é docente de canto no Conservatório de Música A. Buzzolla de Adria em Rovigo na Itália.

Mezzo soprano – Flora Bervoix Aos vinte e um anos a cantora e violinista Diana Daniel já possui um currículo que inclui a participação em concursos e apresentações em diversos países dentre os quais Itália, Turquia, Irlanda e Estados Unidos. A música faz parte da vida de Diana desde muito cedo. Começou a cantar com um ano de idade e aos três já estudava violino. Aluna da mezzo soprano Denise Sartori e da violinista Simone Savytzky, atualmente reside nos Estados Unidos onde faz mestrado em música.Começou seus estudos de canto com Denise aos 11 anos. Em 1999 e 2000 foi finalista do concurso Jovens Solistas da Ospa, cantando sob regência de Tulio Belardi. Em 2001, ganhou o prêmio Revelação em concurso da orquestra Petrobras Pró-música, solando sob regência de Roberto Tibiriça. Em 2003 iniciou seus estudos no Boston Conservatório, com a professora Marilyn Bulli, onde permaneceu por 4 anos, se formando com o diploma de Bacharelado em Canto com Ênfase em Opera.
Em Boston, participou de varias produções de opera e cenas de opera no Boston Conservatório, fazendo papeis como Hermia em A Midsummer Night's Dream, Cherubino, Carmen, Ottavia em L'Incoronazione di Poppea, e Daughter em Akhnaten, de Philip Glass. Em 2006 foi finalista e ganhou o Prêmio Especial do Juri no concurso Bidu Sayao. Em Curitiba, fez o papel de Chip, na opera infantil Chip and his Dog de Menotti, e Zerlina em Don Giovanni, ambas no Teatro Guaíra e sob a regência de Alessandro Sangiorgi. Em Setembro deste ano iniciara uma pós-graduação em Canto no Royal College of Music, em Londres.
Em Boston, participou de varias produções de opera e cenas de opera no Boston Conservatório, fazendo papeis como Hermia em A Midsummer Night's Dream, Cherubino, Carmen, Ottavia em L'Incoronazione di Poppea, e Daughter em Akhnaten, de Philip Glass. Em 2006 foi finalista e ganhou o Prêmio Especial do Juri no concurso Bidu Sayao. Em Curitiba, fez o papel de Chip, na opera infantil Chip and his Dog de Menotti, e Zerlina em Don Giovanni, ambas no Teatro Guaíra e sob a regência de Alessandro Sangiorgi. Em Setembro deste ano iniciara uma pós-graduação em Canto no Royal College of Music, em Londres.

ARIADNE OLIVEIRA
Mezzo soprano - Annina
Natural de Curitiba, a mezzo soprano Ariadne Oliveira iniciou seus estudos musicais na Escola de Música e Belas Artes do Paraná, graduando-se na Classe de Canto da renomada soprano Neyde Thomas.
Residiu na Europa de 2005 a 2007, tendo a oportunidade de aperfeiçoar-se com a mezzo-soprano Bianca Maria Casoni (docente da Accademia do teatro Alla Scala di Milano, Itália). Em Berlin, fez aulas de aperfeiçoamento com o barítono Roman Trekel, membro efetivo do Staatsoper Unter den Linden, professor da Hochschule für Musik Hanns Eisler (Berlin, Alemanha).
Desenvolve intensa atividade musical, dedicando-se aos repertórios de câmera e operístico, apresentando-se regularmente em montagens de óperas e em recitais camerísticos em vários estados do Brasil, tendo também se apresentado em concertos na Itália.
Em seu repertório operístico constam personagens como: “Rosina” (IL Barbiere di Siviglia), “Isabella” (L’Italiana In Algeri), ambas de Rossini, “Cherubino” (Le Nozze di Figaro, de Mozart), “Sièbel” (ópera Fausto, de Gounod), “Cornélia” (Giulio Cesare, de Haendel), “Flora Bervoix” (La Traviata, de Verdi), “Terceira Dama” (Die Zauberflöte, de Mozart), “Lola” (Cavalleria Rusticana, de P. Mascagni), “La Suora Zelatrice”, (Ópera Suor Angélica, de Puccini), “Hansel” (Hansel Und Gretel, de Humperdinck), “Maddalena” (Rigoletto, de Verdi), entre outras.
Como solista, participou das seguintes obras camerísticas: “Oratório de Natal”, de Camille Saint-Saëns, “Drummondiana – Cantoria Para Voz e Orquestra”, de Guerra – Peixe, “Fantasia Coral”, de Beethoven, “Adiemus - Songs Of Sanctuary”, de Karl Jenkings, (primeira audição Sulamericana), “Seven Last Words From The Cross”, de James Mac Millan, “Stabat Mater”, de Pergolesi, sendo este ultimo realizado no encerramento do festival Barroco “Arcadia In Musica”, em Arezzo (Itália).
Atuou como solista frente a várias orquestras como: Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra da Camerata Antiqua de Curitiba, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (RS), Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto (SP), Orquestra do Instituto ESART, (Castelo Branco, Portugal), Orquestra UNISINOS (RS), e da Orquestra de Câmera “La Officina de li Affetti” (IT), e sob a regência de importantes maestros, entre os quais: Alessandro Sangiorgi (Sinfônica do Paraná), Massimiliano Carraro, (professor e maestro da Academia do Teatro Alla Scala de Milão, Itália), Wagner Polistchuk (SP), Emmanuel Martinez (PR), Fábio Gomes de Oliveira (SP), Giuseppe Marotta, (diretor musical do teatro La Fenice, de Veneza, Itália).
No mês de Junho de 2004 apresentou-se no Theatro Municipal de São Paulo, cantando árias de Rossini, em recital promovido pelo Istituto Italiano di Cultura, Associazione Marchigianni in Brasile e Cia Ópera São Paulo, em homenagem a este compositor italiano.
*Ariadne Oliveira participou de vários concursos onde obteve as seguintes premiações:
- “Segundo Grande Prêmio Feminino”, no VI Concurso Brasileiro de Canto Maria Callas, realizado em Março de 2003, em São Paulo, recebendo grandes elogios da crítica especializada.
- Venceu o concurso de canto organizado pela OSPA, (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre), em Julho de 2004, tendo em seguida se apresentado junto a esta grande orquestra.
- Foi vencedora do Concurso “Ópera La Traviata”, de Verdi, sendo selecionada para interpretar o papel de “Flora Bervoix”,na montagem realizada em Setembro de 2004, no Theatro São Pedro, (SP), sob a regência de Carlos Lima, e direção cênica de Walter Neiva, (SP).
- Venceu o “8° Cia Opera São Paulo International Festival”, em Setembro de 2004, sendo escolhida por um destacado júri, para interpretar o papel de “Rosina”, na montagem da ópera “IL Barbiere di Siviglia”, realizada em Maio de 2005, em São Paulo, sob a regência do maestro Fábio Gomes de Oliveira e direção cênica de Valerio Lopane, (Itália).
- Venceu o Concurso VITAE, edição de 2005, sendo contemplada com uma bolsa de estudos para aperfeiçoar seus estudos de canto em Milão (Itália).
*Comentários Sobre a sua atuação segundo a crítica especializada:
“Na concorrida final do concurso, a excelente candidata, Ariadne Oliveira, de Curitiba, comprovou suas principais características: técnica bem apoiada em critério, comedimento, suavidade, concentração e musicalidade exemplar, deixando bem claro que poderia estar entre as primeiras colocadas.”
-Sobre a sua atuação no VI Concurso Nacional de Canto Maria Callas, (SP). Por Fábio de Mello, crítico de ópera. Site nacional de música “Movimento.com”, em 01/04/2003.
“A mezzosprano Ariadne Oliveira, cujo belo e raro timbre remete a uma jovem Marylin Horne é artista de brilho particular, como demonstrou com sua vibrante Flora Bervoix...Ariadne tem a garra típica daqueles que amam a sua profissão e deixa isto evidente na busca de superação em cada uma de suas ótimas apresentações. Ainda vai longe esta baixinha que fica gigante no palco.”
- Sobre a sua atuação na ópera La Traviata , de Verdi, encenada no Theatro São Pedro, (SP); por Fábio de Mello, em 21/09/2004. Site “movimento.com”.
Mezzo soprano - Annina
Natural de Curitiba, a mezzo soprano Ariadne Oliveira iniciou seus estudos musicais na Escola de Música e Belas Artes do Paraná, graduando-se na Classe de Canto da renomada soprano Neyde Thomas.
Residiu na Europa de 2005 a 2007, tendo a oportunidade de aperfeiçoar-se com a mezzo-soprano Bianca Maria Casoni (docente da Accademia do teatro Alla Scala di Milano, Itália). Em Berlin, fez aulas de aperfeiçoamento com o barítono Roman Trekel, membro efetivo do Staatsoper Unter den Linden, professor da Hochschule für Musik Hanns Eisler (Berlin, Alemanha).
Desenvolve intensa atividade musical, dedicando-se aos repertórios de câmera e operístico, apresentando-se regularmente em montagens de óperas e em recitais camerísticos em vários estados do Brasil, tendo também se apresentado em concertos na Itália.
Em seu repertório operístico constam personagens como: “Rosina” (IL Barbiere di Siviglia), “Isabella” (L’Italiana In Algeri), ambas de Rossini, “Cherubino” (Le Nozze di Figaro, de Mozart), “Sièbel” (ópera Fausto, de Gounod), “Cornélia” (Giulio Cesare, de Haendel), “Flora Bervoix” (La Traviata, de Verdi), “Terceira Dama” (Die Zauberflöte, de Mozart), “Lola” (Cavalleria Rusticana, de P. Mascagni), “La Suora Zelatrice”, (Ópera Suor Angélica, de Puccini), “Hansel” (Hansel Und Gretel, de Humperdinck), “Maddalena” (Rigoletto, de Verdi), entre outras.
Como solista, participou das seguintes obras camerísticas: “Oratório de Natal”, de Camille Saint-Saëns, “Drummondiana – Cantoria Para Voz e Orquestra”, de Guerra – Peixe, “Fantasia Coral”, de Beethoven, “Adiemus - Songs Of Sanctuary”, de Karl Jenkings, (primeira audição Sulamericana), “Seven Last Words From The Cross”, de James Mac Millan, “Stabat Mater”, de Pergolesi, sendo este ultimo realizado no encerramento do festival Barroco “Arcadia In Musica”, em Arezzo (Itália).
Atuou como solista frente a várias orquestras como: Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra da Camerata Antiqua de Curitiba, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (RS), Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto (SP), Orquestra do Instituto ESART, (Castelo Branco, Portugal), Orquestra UNISINOS (RS), e da Orquestra de Câmera “La Officina de li Affetti” (IT), e sob a regência de importantes maestros, entre os quais: Alessandro Sangiorgi (Sinfônica do Paraná), Massimiliano Carraro, (professor e maestro da Academia do Teatro Alla Scala de Milão, Itália), Wagner Polistchuk (SP), Emmanuel Martinez (PR), Fábio Gomes de Oliveira (SP), Giuseppe Marotta, (diretor musical do teatro La Fenice, de Veneza, Itália).
No mês de Junho de 2004 apresentou-se no Theatro Municipal de São Paulo, cantando árias de Rossini, em recital promovido pelo Istituto Italiano di Cultura, Associazione Marchigianni in Brasile e Cia Ópera São Paulo, em homenagem a este compositor italiano.
*Ariadne Oliveira participou de vários concursos onde obteve as seguintes premiações:
- “Segundo Grande Prêmio Feminino”, no VI Concurso Brasileiro de Canto Maria Callas, realizado em Março de 2003, em São Paulo, recebendo grandes elogios da crítica especializada.
- Venceu o concurso de canto organizado pela OSPA, (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre), em Julho de 2004, tendo em seguida se apresentado junto a esta grande orquestra.
- Foi vencedora do Concurso “Ópera La Traviata”, de Verdi, sendo selecionada para interpretar o papel de “Flora Bervoix”,na montagem realizada em Setembro de 2004, no Theatro São Pedro, (SP), sob a regência de Carlos Lima, e direção cênica de Walter Neiva, (SP).
- Venceu o “8° Cia Opera São Paulo International Festival”, em Setembro de 2004, sendo escolhida por um destacado júri, para interpretar o papel de “Rosina”, na montagem da ópera “IL Barbiere di Siviglia”, realizada em Maio de 2005, em São Paulo, sob a regência do maestro Fábio Gomes de Oliveira e direção cênica de Valerio Lopane, (Itália).
- Venceu o Concurso VITAE, edição de 2005, sendo contemplada com uma bolsa de estudos para aperfeiçoar seus estudos de canto em Milão (Itália).
*Comentários Sobre a sua atuação segundo a crítica especializada:
“Na concorrida final do concurso, a excelente candidata, Ariadne Oliveira, de Curitiba, comprovou suas principais características: técnica bem apoiada em critério, comedimento, suavidade, concentração e musicalidade exemplar, deixando bem claro que poderia estar entre as primeiras colocadas.”
-Sobre a sua atuação no VI Concurso Nacional de Canto Maria Callas, (SP). Por Fábio de Mello, crítico de ópera. Site nacional de música “Movimento.com”, em 01/04/2003.
“A mezzosprano Ariadne Oliveira, cujo belo e raro timbre remete a uma jovem Marylin Horne é artista de brilho particular, como demonstrou com sua vibrante Flora Bervoix...Ariadne tem a garra típica daqueles que amam a sua profissão e deixa isto evidente na busca de superação em cada uma de suas ótimas apresentações. Ainda vai longe esta baixinha que fica gigante no palco.”
- Sobre a sua atuação na ópera La Traviata , de Verdi, encenada no Theatro São Pedro, (SP); por Fábio de Mello, em 21/09/2004. Site “movimento.com”.
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Bia Lanza
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Ludek Golat - diretor
Diretor do Teatro Nacional da Morávia-Silesiana em Praga (desde 1998) e diretor artístico de um Setor de ópera do mesmo teatro desde 1992, cantor e diretor de palco. Estudou canto no Conservatório de Praga e graduou-se cantor pelo departamento de Canto da Acemia de Perfoming Arts de Praga, onde também estudou direção de ópera. Trabalhou como solista de ópera (na Ópera de Câmara de Praga, Praga Ópera Ensemble), professor no Conservatório de Praga, professor assistente na Academia Janacek de Performing Arts em Brno e como diretor assistente no Teatro Nacional de Praga. Desde 1992 tem sido diretor artístico do setor de ópera da Teatro Nacional da Morávia-Silesiana em Praga e, desde 1998, atua também, como produtor teatral. Principais papéis: Dulcamara (O Elixir de Amor), Masetto (Don Giovanni), Bartolo (Barbeiro de Sevilha) Direção: Tchecoslováquia – J. F. Fischer: Decameron, L. Fiser: Lancelot, H. A. Marschner: The Vampire, J. Berg: Eufrides in Front of the Tymen Gates, C. Debussy: Pelleas and Melisande, H. Cole: Midas´s Donkey´s Ears, C. M. von Weber: Oberon, G. F. Händel: Xerxes, J. Kricka: Lads, W. A. Mozart: Bastien and Bastienne, The Magic Flute, E. F. Burian: Paris Plays First Fiddle, The War, L. Janacek: The Beginning of a Romance, A. P. Borodin: Prince Igor, G. Verdi: Rigoletto, Giovanna d´Arco, Macbeth, G. Puccini: Madama Butterfly, P. Mascagni: Cavalleria rusticana, B. Bartok: The Bluebeard´s Castle, G. Donizetti: L´Elisir d´amore, J. Mysliveček: L´Olimpiade, M. Musumeci: Aitna, A. Dvořák: Rusalka a. o. Exterior – W.A.Mozart: The Magic Flute (Turkey – Ankara 1995), P. Mascagni: Cavalleria rusticana – R. Leoncavallo: I Pagliacci (USA – Florida 1998), G. Verdi: The Troubadour (Canada – Opera Lyra Ottawa 2001), Aida (Canada – Opera Mississauga 2002), G. Verdi: Rigoletto (Canada – Opera Lyra Ottawa 2004), Giacomo Puccini: Tosca (Italy 2005) Nos depoimentos de críticos de música, organizada pelo Theatre Newspaper, as performances de Ludek Golat ganharam o título Espetáculo do Ano diversas vezes (Lancelot, Peléia e Melisande, Eufride em frente ao Portão de Tymen, Bastião e Bastiana, A Guerra, Machbeth entre outros). A soprano Eva Drizgova-Jirusova foi premiada no Thálie Award em 1998 pelo seu papel em Melisandra de Debussy que foi dirigida por Ludek Golat. Pelo mesmo papel, ela foi indicada para o Alfred Radok´s Award por melhor performance. Ludek Golat tem trabalhado sistematicamente não somente com a ópera de Praga, mas com o Studio de òpera Infantil e o Estúdio Romano de Música com estudo dramático no Teatro Nacional da Morávia-Silesiana em Praga (Midas´s Donkey´s Ears, Lads, The Bumble-bee).
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Bia Lanza
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10:43
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A Rendenção pelo amor
A Dama das Camélias, romance de Alexandre Dumas Filho, alcançou grande repercussão em meados do século XIX, caindo no agrado do público francês. A história da bela cortesã que, por amar intensamente, muda de vida e morre de forma digna, conquistou as simpatias da época.
Giuseppe Verdi, um homem sempre muito atento e sensível às produções dramáticas de seu tempo, concebeu “La Traviata” com o nítido propósito de que ela fosse o equivalente musical do drama de Dumas. À época, por mostrar os vários aspectos da vida mundana, houve algum alarido contra a “imoralidade da ópera”, porém o argumento contrário de que era “uma advertência salutar aos jovens...” prevaleceu, ainda porque, de um modo geral, a história encerra algo cristão como o perdão evangélico dado a Madalena.
Homem do mundo, de origem humilde, sensível aos temas populares, mas sempre preocupado com a renovação da ópera, Verdi pintou ao natural a atmosfera vivida pela personagem principal, com uma música “nervosa” e de rara beleza que tem impressionado as platéias que assistem La Traviata.
O contraste da cena inicial em que Violeta recebe os convidados em sua casa em Paris, numa festiva e brilhante reunião, e o ambiente modesto de um apartamento em que ela própria, em sua agonia, manda que a ama reparta o dinheiro que ainda lhe sobra com os pobres das ruas, mostra de maneira clara a trajetória da personagem principal rumo à sua transformação radical.
A música de Verdi também nos faz entender esta atmosfera. A base musical do início da ópera é alegre e brilhante, já o final é formado por melodias e harmonias que transmitem uma doce tristeza.
Após haver assistido à encenação de “A Dama das Camélias”, em 6 de fevereiro de 1852, no teatro parisiense Vaudeville, o compositor resolve transformar a história em ópera com o nome de La Traviata, que compôs no curto espaço de seis semanas, com a colaboração do libretista Francesco Maria Piave, obra que viria a tornar-se junto com “Rigoletto” e “Il Trovatore” as criações mais conhecidas de Verdi e que lhe deram o definitivo sucesso mundial.
“La Traviata” é uma das obras de Giuseppe Verdi mais encenadas no mundo inteiro.
A montagem do Teatro Guaíra representa um esforço no sentido de manter vivo o programa operístico, cuja realização é possível graças às parcerias com a iniciativa privada,.
Além de contar com a Orquestra Sinfônica do Paraná, com experiência considerável no gênero, sob a regência de seu maestro titular Alessandro Sangiorgi, e o um Coro de 40 vozes, regido pelo maestro Emanuel Martinez, a montagem tem a direção do tcheco Mgr. Ludek Golat, Diretor do Teatro Nacional da Morávia-Silesiana em Praga, República Tcheca, desde 1998. Regista muito requisitado na Europa, Golat ambientou a ópera nos anos 20 do século passado, trazendo-a para um clima mais contemporâneo, sem privar-lhe da beleza e brilhantismo originais.
Os papéis principais serão interpretados pela soprano italiana Luisa Giannini (Violetta Valery), pelo tenor de Belo Horizonte Francisco Simal (Alfredo Germont), pelo barítono catarinense Douglas Hahn (Giorgio Germont) e pelas mezzo sopranos curitibanas Diana Daniel (Flora Bervoix) e Ariadne Oliveira (Annina).
A cenografia e de Carlos Kur, com vários trabalhos de nível internacional; a iluminação é de Nadja Naira e os figurinos de Eduardo Giacomini.
Giuseppe Verdi, um homem sempre muito atento e sensível às produções dramáticas de seu tempo, concebeu “La Traviata” com o nítido propósito de que ela fosse o equivalente musical do drama de Dumas. À época, por mostrar os vários aspectos da vida mundana, houve algum alarido contra a “imoralidade da ópera”, porém o argumento contrário de que era “uma advertência salutar aos jovens...” prevaleceu, ainda porque, de um modo geral, a história encerra algo cristão como o perdão evangélico dado a Madalena.
Homem do mundo, de origem humilde, sensível aos temas populares, mas sempre preocupado com a renovação da ópera, Verdi pintou ao natural a atmosfera vivida pela personagem principal, com uma música “nervosa” e de rara beleza que tem impressionado as platéias que assistem La Traviata.
O contraste da cena inicial em que Violeta recebe os convidados em sua casa em Paris, numa festiva e brilhante reunião, e o ambiente modesto de um apartamento em que ela própria, em sua agonia, manda que a ama reparta o dinheiro que ainda lhe sobra com os pobres das ruas, mostra de maneira clara a trajetória da personagem principal rumo à sua transformação radical.
A música de Verdi também nos faz entender esta atmosfera. A base musical do início da ópera é alegre e brilhante, já o final é formado por melodias e harmonias que transmitem uma doce tristeza.
Após haver assistido à encenação de “A Dama das Camélias”, em 6 de fevereiro de 1852, no teatro parisiense Vaudeville, o compositor resolve transformar a história em ópera com o nome de La Traviata, que compôs no curto espaço de seis semanas, com a colaboração do libretista Francesco Maria Piave, obra que viria a tornar-se junto com “Rigoletto” e “Il Trovatore” as criações mais conhecidas de Verdi e que lhe deram o definitivo sucesso mundial.
“La Traviata” é uma das obras de Giuseppe Verdi mais encenadas no mundo inteiro.
A montagem do Teatro Guaíra representa um esforço no sentido de manter vivo o programa operístico, cuja realização é possível graças às parcerias com a iniciativa privada,.
Além de contar com a Orquestra Sinfônica do Paraná, com experiência considerável no gênero, sob a regência de seu maestro titular Alessandro Sangiorgi, e o um Coro de 40 vozes, regido pelo maestro Emanuel Martinez, a montagem tem a direção do tcheco Mgr. Ludek Golat, Diretor do Teatro Nacional da Morávia-Silesiana em Praga, República Tcheca, desde 1998. Regista muito requisitado na Europa, Golat ambientou a ópera nos anos 20 do século passado, trazendo-a para um clima mais contemporâneo, sem privar-lhe da beleza e brilhantismo originais.
Os papéis principais serão interpretados pela soprano italiana Luisa Giannini (Violetta Valery), pelo tenor de Belo Horizonte Francisco Simal (Alfredo Germont), pelo barítono catarinense Douglas Hahn (Giorgio Germont) e pelas mezzo sopranos curitibanas Diana Daniel (Flora Bervoix) e Ariadne Oliveira (Annina).
A cenografia e de Carlos Kur, com vários trabalhos de nível internacional; a iluminação é de Nadja Naira e os figurinos de Eduardo Giacomini.
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Bia Lanza
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